O expoente é o n, não a taxa. Quem faz o trabalho pesado é o número de períodos.
Qual é a fórmula dos juros compostos?
Eu vou pegar o seguinte, eu vou botar o fluxo aqui, ele vai ser o numerador, o denominador vai ser o quê? 1 mais a taxa, aí eu elevo pelo prazo. É a mesma fórmula lida do outro lado: quando eu trago tudo isso ao valor presente, ou seja, desconto esses fluxos por essa taxa de juros aqui de 10%, esses 100 reais valem 90,91. Compor e descontar são a mesma conta em dois sentidos, tá?
M = P · (1 + i)^n
| M | montante — o valor no fim do prazo |
|---|---|
| P | capital — o valor que entra no começo |
| i | taxa do período, na mesma base do prazo |
| n | número de períodos — o expoente |
A expressão é texto nesta página, não imagem: dá para selecionar, copiar e conferir na tua planilha.
E essa taxa de 1% ao mês é hipótese minha, declarada de propósito: vamos partir da premissa que a renda fixa vai render 1% ao mês aqui só para facilitar as contas. Aritmética de ilustração, não projeção nem promessa de rentabilidade.
Juros simples ou compostos: qual a diferença?
No regime simples o juro incide sempre sobre o capital inicial. No composto ele incide sobre o capital mais o juro já acumulado, e é daí que vem o apelido de juros sobre juros.
Rodando os mesmos R$ 1.000 dos dois lados a 1% ao mês, 12 meses dão R$ 1.120,00 no simples contra R$ 1.126,83 no composto. R$ 6,83 de diferença. Quase nada.
Agora estica para 240 meses. A mesma taxa separa os dois em R$ 3.400,00 contra R$ 10.892,55.
| Prazo (a 1% ao mês) | Montante no regime simples | Montante no regime composto | Diferença |
|---|---|---|---|
| 1 mês | R$ 1.010,00 | R$ 1.010,00 | R$ 0,00 |
| 12 meses | R$ 1.120,00 | R$ 1.126,83 | R$ 6,83 |
| 60 meses | R$ 1.600,00 | R$ 1.816,70 | R$ 216,70 |
| 240 meses | R$ 3.400,00 | R$ 10.892,55 | R$ 7.492,55 |
Premissa da tabela: capital de R$ 1.000,00, taxa de 1% ao mês declarada como hipótese, sem aporte. Não é projeção, promessa nem garantia de rentabilidade.
Quem escolhe o regime não é você, é o contrato: poupança, CDB, financiamento e fatura do cartão trazem o regime declarado no papel. O que muda de lado é a tua posição. E a partir do momento que eu estou pagando a dívida mês a mês, eu tenho uma situação onde eu estou fazendo juros simples trabalhar contra mim. Então você tem juros compostos ao teu favor e juros simples contra você. E isso é uma grande vantagem matemática ao longo do tempo.
O tempo pesa mais que a taxa?
O tempo pesa mais porque o expoente da fórmula é o n, o número de períodos, e não a taxa.
Na tabela de 30 anos que eu mostro no episódio 65, quem tem uma rentabilidade 2% ao mês ao longo de 20 anos, vai ter um retorno quase 12 vezes maior do que quem tem uma rentabilidade de 1%. Ou seja, o dobro da taxa não dobra o resultado. A diferença é exponencial, não linear.
Premissas declaradas como hipótese: 1% e 2% ao mês sobre um capital único, sem aporte, ao longo de 240 meses. O eixo vertical é múltiplo do capital, aritmética da fórmula M = P · (1 + i)^n. Não é projeção, promessa nem garantia de rentabilidade, e nenhuma das duas taxas é taxa vigente de mercado.
E a capitalização só continua se o juro voltar para dentro. Quem tira o rendimento todo mês, ou gasta o dividendo em vez de recolocar lá dentro, está rodando juros simples com nome de composto.
Por isso prazo é a alavanca que você controla, e taxa é a que o mercado controla.
Premissa é premissa, tá? Nenhum desses números é promessa de rentabilidade: é aritmética com taxa hipotética declarada.
Como converter 1% ao mês em ano?
Para passar de taxa ao mês para taxa ao ano você não multiplica por 12, você compõe: (1 + i)^12 − 1.
Na mesma tabela do episódio 65 está 1% ao mês, que dá 12,68 ao ano, 1,1% ao mês, que dá 14,03, até 2% que vai dar 26,82%. O caminho de volta é a raiz: (1 + i)^(1÷12) − 1. Então 12% ao ano equivalem a 0,9489% ao mês, e não a 1%.
Ida: (1 + i)^12 − 1 · Volta: (1 + i)^(1÷12) − 1
| Taxa ao mês | Taxa ao ano equivalente | O que a multiplicação por 12 devolve |
|---|---|---|
| 1% | 12,68% | 12% |
| 1,1% | 14,03% | 13,2% |
| 1,25% | 16% | 15% |
| 2% | 26,82% | 24% |
A terceira coluna existe para mostrar o tamanho do erro: quanto maior a taxa, mais a multiplicação por 12 subestima o resultado.
É exatamente aqui que todo material avisa que taxa e prazo precisam estar na mesma base. E para justo antes de ensinar a conta.
Quando a proposta do banco mistura taxa ao mês com prazo em anos, converta a taxa, nunca o prazo. Aí, sim, você compara as duas na mesma base, beleza?
E se eu investir todo mês?
Com aporte mensal a fórmula ganha uma segunda parcela: M = P · (1 + i)^n + A · [((1 + i)^n − 1) ÷ i], em que A é o valor que entra todo mês.
M = P · (1 + i)^n + A · [((1 + i)^n − 1) ÷ i]
| Primeira parcela | P · (1 + i)^n |
|---|---|
| Segunda parcela | A · [((1 + i)^n − 1) ÷ i] |
A é o aporte que entra todo mês, na mesma base de tempo da taxa.
A primeira parcela é o dinheiro que já estava lá. A segunda é a série de depósitos, cada um rendendo só pelo tempo que ainda lhe resta.
Na prática eu resolvo isso na HP12C em vez de na mão, mexendo num parâmetro por vez na frente de quem assiste. Então quantos meses eu vou demorar para ter esses 10 mil de renda investindo 5 mil por mês? 89 meses. Então a gente está falando aí de aproximadamente 8 anos e meio, correto? Vamos alterar para 10 mil por mês esse aporte. Olha, já vai para menos de cinco anos.
Episódio em que a HP12C resolve o aporte recorrente ao vivo, um parâmetro por vez.
E se em vez do aporte você travar o prazo em 10 anos, a conta devolve o aporte que você precisa para chegar no mesmo lugar.
Taxa declarada como premissa, resultado como ilustração.
Como rodar o meu caso no simulador?
O simulador roda aqui na própria página, sem cadastro e sem mandar dado para lugar nenhum. Você põe capital inicial, aporte mensal, taxa e prazo, e ele devolve o montante, o total aportado e quanto daquele montante é juro.
São três alavancas, e cada uma faz uma coisa diferente:
Cada campo de taxa carrega o aviso de base: taxa ao mês pede prazo em meses. A tabela ano a ano sai em HTML, não em print, para você copiar e conferir na tua planilha.
Simulador de juros compostos
Taxa ao mês pede prazo em meses. A conta roda no teu navegador e nenhum valor sai daqui.
Capital inicial de R$ 0,00, aporte de R$ 500,00 por mês, taxa de 1% ao mês declarada como hipótese, por 240 meses.
Os números que você digitou são hipótese tua, não previsão minha, e nada aqui é promessa de rentabilidade.
Nenhum campo vem pré-preenchido com taxa de mercado. Taxa de mercado muda toda semana, e esta página não a carrega. A taxa do teu caso está no teu extrato, no teu contrato ou na proposta que você tem na mão.
E o resultado sai carimbado. Os números que você digitou são hipótese tua, não previsão minha, e nada aqui é promessa de rentabilidade.
| Aporte mensal | Prazo | Montante | Total aportado | Juro acumulado |
|---|---|---|---|---|
| R$ 200,00 | 60 meses | R$ 16.334,00 | R$ 12.000,00 | R$ 4.334,00 |
| R$ 500,00 | 60 meses | R$ 40.835,00 | R$ 30.000,00 | R$ 10.835,00 |
| R$ 1.000,00 | 60 meses | R$ 81.670,00 | R$ 60.000,00 | R$ 21.670,00 |
| R$ 200,00 | 120 meses | R$ 46.008,00 | R$ 24.000,00 | R$ 22.008,00 |
| R$ 500,00 | 120 meses | R$ 115.019,00 | R$ 60.000,00 | R$ 55.019,00 |
| R$ 1.000,00 | 120 meses | R$ 230.039,00 | R$ 120.000,00 | R$ 110.039,00 |
| R$ 500,00 | 240 meses | R$ 494.628,00 | R$ 120.000,00 | R$ 374.628,00 |
| R$ 1.000,00 | 240 meses | R$ 989.255,00 | R$ 240.000,00 | R$ 749.255,00 |
Premissa da tabela: capital inicial zero, taxa de 1% ao mês declarada como hipótese, aporte no fim de cada mês. Não é projeção, promessa nem garantia de rentabilidade.
Como calcular no Excel e na HP12C?
No Excel a função de valor futuro é =VF(taxa; nper; pgto; vp). O sinal de igual e o nome da função ficam dentro da expressão. Escrito fora dela, como o artigo que hoje ranqueia para esta busca instrui, a planilha devolve erro de sintaxe.
Valor futuro no Excel:
=VF(taxa; nper; pgto; vp)
A mesma conta sem função nenhuma:
=P*(1+i)^n
Cuidado com o sinal. Aporte e valor presente entram negativos, porque são saída de caixa. Taxa e prazo na mesma base, sempre.
O que trava quase todo mundo na primeira tentativa é o sinal. Aí vamos dizer que eu posso juntar. 5 mil por mês. Eu vou ter que botar aqui o valor de 5 mil negativo porque é uma saída de caixa. O mesmo vale para o campo do valor presente.
Na HP12C a sequência é esta:
- Limpa os registros financeiros.
- Digita o valor e aperta CHS PV.
- Digita a taxa do período e aperta i.
- Digita o prazo e aperta n.
- Aperta FV, e o visor devolve o montante.
Com aporte mensal, o aporte entra em PMT, também negativo. Taxa e prazo na mesma base, sempre.
Quem preferir replicar a fórmula na mão escreve =P*(1+i)^n com o acento circunflexo, que é a mesma conta sem função nenhuma.
Dá para estimar sem calculadora?
Dá, com duas contas de padeiro.
Divide 72 pela taxa em por cento do período e você acha em quantos períodos o capital dobra. A 1% ao mês dá 72 meses, ou seja, seis anos, contra 69,7 meses no cálculo exato. A regra erra por dois meses e meio para cima, o que numa prova cronometrada é barato.
Divide a renda que você quer pela taxa do período e aparece o patrimônio necessário. 10 mil divididos por 1,25% ao mês: 800 mil reais. Então, esse é o valor que eu preciso ter para gerar 10 mil de renda.
As duas servem para checar ordem de grandeza antes de abrir planilha. E as taxas entram como premissa declarada, nunca como rendimento prometido.
Quanto sobra depois de inflação e imposto?
O montante que a fórmula devolve é nominal: ainda não desconta inflação nem imposto.
Para chegar ao ganho real você não subtrai, você divide: (1 + i) ÷ (1 + inflação) − 1. Com as taxas do exemplo do episódio 65, 10% ao ano contra 5,5% de inflação dão 4,3% ao ano de ganho real, e não os 4,5% que a subtração sugere.
Ganho real = (1 + i) ÷ (1 + inflação) − 1
| O que entra na conta | Nominal | Depois da inflação |
|---|---|---|
| Taxa do exemplo do episódio 65 | 10% ao ano | 4,3% ao ano |
| R$ 10.000,00 aplicados por 1 ano | R$ 11.000,00 | R$ 10.426,54 |
| Ganho sobre os R$ 10.000,00 | R$ 1.000,00 | R$ 426,54 |
Premissa da tabela: taxa de 10% ao ano e inflação de 5,5% no mesmo período, as duas declaradas no episódio 65. O imposto entra depois disso e não está na tabela.
Depois vem o imposto, e aqui tem um detalhe que quase ninguém conta: toda vez que um título de renda fixa ele vence na tua mão, aquilo se transforma em dinheiro, você é obrigado a pagar um imposto de renda.
Cada vencimento tributado poda o montante que continuaria compondo. Qual alíquota cai no teu caso depende do produto e do prazo, e isso está na regra do que você comprou. Esta página não publica faixa de imposto.
E quando os juros trabalham contra você?
Do lado da dívida a fórmula é exatamente a mesma, só que o expoente trabalha contra você: uma taxa que parece pequena ao mês vira um número grande ao ano, porque compõe do mesmo jeito.
A decisão de investir ou quitar tem a ver com você ter um retorno maior do que o custo dessa dívida. E uma das grandes ilusões é que as pessoas não conseguem diferenciar dívida de consumo de dívida de investimento.
Então o roteiro é curto:
- Separa dívida de consumo de dívida de investimento.
- Pega a taxa que a tua dívida cobra de verdade. Ela está impressa na tua fatura e no teu contrato, e é de lá que ela tem de sair: esta página não publica taxa de rotativo, cheque especial nem crediário.
- Roda a mesma fórmula com essa taxa.
- Compara com o retorno que você espera, na mesma base de tempo.
E antes de você se achar no meio disso: administrar o endividamento e ainda fazer um investimento que vai superar esse custo da dívida é para alguém com uma capacidade financeira intelectual acima da média.
Episódio inteiro sobre investir ou pagar dívida.
Einstein disse isso sobre juros compostos?
Não existe fonte documentada para a frase sobre juros compostos atribuída a Albert Einstein, e por isso ela não aparece nesta página como citação.
Uma frase sobre juros compostos publicada com atribuição nominal a Albert Einstein.
Sem fonte documentada: nenhuma carta, artigo, entrevista ou arquivo sustenta a atribuição.
Por isso a frase não é reproduzida aqui — a página nomeia o problema em vez de repetir a citação.
O que dá para verificar é o uso dela. O artigo que hoje ranqueia para esta busca abre a seção da fórmula com um blockquote atribuído nominalmente a Einstein, sem referência a carta, artigo, entrevista ou arquivo.
Eu não repito atribuição que eu não consigo sustentar. Então aqui a página nomeia o problema em vez de reproduzir ele.
O que a fórmula precisa para funcionar é aritmética. E aritmética você confere em três linhas de planilha, sem aval de físico nenhum.
Quanto custa começar quinze anos depois?
Começar quinze anos depois custa mais caro do que aportar pouco, e dá para medir. Com R$ 500 por mês a 1% ao mês, 35 anos de aporte chegam a cerca de R$ 3,22 milhões com R$ 210 mil depositados, e 20 anos chegam a cerca de R$ 494 mil com R$ 120 mil depositados.
Quinze anos a menos derrubam o resultado para menos de um sexto, com 43% menos dinheiro saindo do bolso.
| Cenário | Montante | Total aportado | Juro acumulado |
|---|---|---|---|
| 35 anos de aporte (420 meses) | R$ 3,22 milhões | R$ 210 mil | R$ 3,01 milhões |
| 20 anos de aporte (240 meses) | R$ 494 mil | R$ 120 mil | R$ 375 mil |
Premissa da tabela: aporte de R$ 500,00 por mês, taxa de 1% ao mês declarada como hipótese, capital inicial zero. Não é projeção, promessa nem garantia de rentabilidade.
E o principal custo de você ter uma má alocação em ativos que não performam bem é o custo de oportunidade.
O mesmo vale para o dinheiro que ficou parado esperando o momento certo. Ele pagou esse custo sem aparecer em extrato nenhum.
Eu comecei aos 13 anos e nunca troquei o meu horizonte de lugar.
Os dois cenários são a mesma fórmula rodando sobre a mesma taxa hipotética. O que muda entre eles é só o número de meses.
FAQ: perguntas frequentes sobre juros compostos
Qual é a fórmula dos juros compostos?
A fórmula é M = P · (1 + i)^n: montante igual ao capital vezes um mais a taxa, elevado ao número de períodos.
A mesma expressão lida ao contrário traz um valor futuro para o presente, que é dividir em vez de multiplicar.
Taxa e número de períodos têm de estar na mesma base, sempre: taxa ao mês pede prazo em meses.
Como converter 1% ao mês em taxa ao ano?
Você compõe, não multiplica: (1 + 0,01)^12 − 1 dá 12,68% ao ano.
Multiplicar por 12 dá 12% e subestima o resultado, porque ignora que o juro de cada mês já rende no mês seguinte.
Para o caminho inverso, use a raiz de índice 12: 12% ao ano equivalem a 0,9489% ao mês.
Qual é a fórmula quando eu deposito todo mês?
Some a série de aportes ao capital inicial: M = P · (1 + i)^n + A · [((1 + i)^n − 1) ÷ i].
A segunda parcela existe porque cada depósito rende só pelo tempo que resta até o fim do prazo.
É o caso de quase todo investidor pessoa física, e é a conta que o simulador desta página resolve sem você digitar fórmula nenhuma.
O montante que a fórmula devolve já é o que eu recebo?
Não. O resultado é nominal: ainda faltam inflação e imposto.
Para o ganho real, divide um mais a taxa por um mais a inflação do período e subtrai um.
Para o imposto, vale a regra do produto que você comprou, e cada vencimento tributado interrompe a capitalização daquele pedaço. Esta página não publica faixa de alíquota, porque não carrega esse dado.
A regra dos 72 funciona mesmo?
Funciona como aproximação.
Dividindo 72 pela taxa em por cento do período você acha em quantos períodos o capital dobra: a 1% ao mês dá 72 meses, contra 69,7 meses no cálculo exato.
Serve para estimar de cabeça, não para fechar contrato.
A frase sobre juros compostos é mesmo de Albert Einstein?
Não há fonte documentada para a atribuição.
A frase circula há décadas no conteúdo financeiro sem carta, artigo, entrevista ou arquivo que a sustente, e o artigo que hoje ranqueia para esta busca a publica em blockquote com atribuição nominal e sem nenhuma referência.
A fórmula funciona por aritmética, e essa conta você confere em três linhas de planilha.
O banco usa juros simples ou compostos?
Quem escolhe o regime não é você nem o gerente, é o contrato. Poupança, CDB, financiamento e fatura do cartão trazem o regime declarado no papel, e é lá que você confere o teu.
O que muda de lado é a posição: você tem juros compostos ao teu favor quando investe e juros simples contra você quando paga a dívida mês a mês.
Antes de comparar duas propostas, confira também a base da taxa: 1% ao mês não é 12% ao ano.
Sou o Hulisses Dias, conhecido como o Tio Huli, analista de valores mobiliários credenciado pela APIMEC e sujeito à regulação da CVM.
Estou no mercado desde 1999 e a credencial de analista é de 2020. As duas datas são diferentes de propósito, e eu não misturo uma com a outra. Eu invisto desde que eu tenho 13 anos e o meu histórico, o meu horizonte, ele sempre foi para sempre.
Não custodio dinheiro de cliente, não recebo corretagem e não distribuo produto de terceiros, o que significa que nada nesta página muda de acordo com o que você decidir fazer depois de lê-la.
Publico no YouTube para 201 mil inscritos e no Instagram para 964 mil seguidores, e escrevi o livro Investir é Sobre Gente, pela Interminds.
Toda simulação que eu publico carrega premissa, e nenhuma delas é promessa de rentabilidade.
Quem assina
Hulisses Dias
Analista independente · No mercado desde 1999 como investidor
Declaração de independência nos termos do art. 21, I da Resolução CVM nº 20/2021. Como conferir a credencial · Sobre o analista

