Ferramentas · Planilha financeira

Planilha financeira: a estrutura que eu uso, aberta aqui

A planilha financeira que funciona tem três abas: uma de categorias, uma de lançamentos e uma que soma tudo sozinha e devolve o resultado do mês.

Atualizado em agosto/2026 no mercado desde 1999 Sem cadastro e sem download
Resposta direta

Eu estou no mercado desde 1999 e monto ela na tela, do zero, no vídeo aqui em cima. Quando a gente organiza a nossa vida financeira fica muito mais fácil a gente entender aonde que é o ralo e aonde que a gente tem que plantar a semente para colher depois.

Que planilha financeira eu uso?

A estrutura inteira está nesta página. As colunas, as categorias e as fórmulas escritas por extenso, prontas para colar no Google Sheets ou no Excel. E mais abaixo tem um simulador de orçamento rodando, para você testar o teu mês antes de montar qualquer coisa.

É de graça e é para todo mundo: sem cadastro, sem e-mail e sem baixar arquivo nenhum. Esta página está atualizada em agosto/2026.

1999
o ano em que eu comecei a investir com dinheiro meu. O credenciamento como analista é de 2020.

Quais abas e colunas a planilha tem?

A planilha tem três abas e nenhuma a mais: categorias, lançamentos e fluxo de caixa.

Na aba de categorias fica a lista fechada de para onde o teu dinheiro pode ir, uma linha por categoria.

Na aba de lançamentos você registra cada movimento com cinco colunas: data, descrição, categoria, conta e valor, com entrada positiva e saída negativa.

E a de fluxo de caixa você não preenche: ela trabalha sozinha. Soma as receitas, soma as despesas por categoria e devolve o resultado do mês na primeira linha. É o único número que interessa quando você abre o arquivo.

Tem um detalhe que quase toda planilha caseira erra: o bloco de receitas não é uma linha só. Salário, 13º dividido em duodécimos, férias proporcionais, outras rendas e o que vier de investimento entram separados, porque juntar tudo esconde qual fonte sustenta o teu mês.

As três abas da planilha, as colunas de cada uma e para que cada aba serve
Aba Colunas Para que serve
CategoriasNome da categoria, bloco de despesa a que pertenceFecha a lista de para onde o dinheiro pode ir, e é o que a fórmula de soma por categoria filtra
LançamentosData, descrição, categoria, conta, valorRegistra cada movimento do mês, com entrada positiva e saída negativa
Fluxo de caixaTotal de receitas, total por categoria, resultado do mêsFaz a conta sozinha e devolve na primeira linha o único número que interessa ao abrir o arquivo

Copia essa estrutura daqui e cola no Google Sheets ou no Excel.

Para copiar

Os nomes das três abas:
Categorias  ·  Lançamentos  ·  Fluxo de caixa

O cabeçalho da aba de lançamentos, uma coluna por célula:
Data  |  Descrição  |  Categoria  |  Conta  |  Valor

O cabeçalho da aba de categorias:
Categoria  |  Bloco de despesa

Sinal. Entrada positiva, saída negativa, sempre na coluna de valor. É essa convenção que faz a aba de fluxo de caixa fechar o mês com uma soma só.

Quais fórmulas fazem a conta sozinha?

No orçamento são três fórmulas e só:

Para copiar
As três fórmulas do orçamento, na sintaxe de planilha
Total de receitasa soma do bloco de entradas =SOMASES(Lançamentos!E:E; Lançamentos!E:E; ">0")
somando na coluna de valor só o que entrou com sinal positivo
Total por categoria de despesaum SOMASE na aba de lançamentos filtrando pela categoria =SOMASE(Lançamentos!C:C; A2; Lançamentos!E:E)
Resultado do mêsa soma da coluna de valor inteira =SOMA(Lançamentos!E:E)
Como a saída entra negativa, essa soma já devolve o que sobrou no mês.

Quem quiser acompanhar o ano põe uma quarta, somando os doze meses.

Nenhuma célula desta planilha é mágica, e eu escrevo todas elas aqui em texto, nunca em captura de tela. No vídeo eu monto a planilha na tela e digo em voz alta o que cada fórmula faz.

Porque o que transforma a planilha em ferramenta não é a fórmula em si: é eu botar a coluna ali pensando no que eu vou precisar fazer com ela depois. Cada coluna existe porque alguma conta ou algum filtro depende dela.

E daí sai a regra de descarte: se uma coluna não entra em fórmula nenhuma e não serve para filtrar, tira ela fora.

Que categorias de despesa entram?

São seis blocos de despesa, e a divisão não é estética: cada bloco é uma decisão diferente.

Moradia é o que você quase não mexe no curto prazo. Já alimentação varia todo mês, e é o que mais some do radar. Transporte, saúde, lazer e um bloco final de despesas avulsas fecham a lista.

O jeito de preencher é converter hábito em linha, e o exemplo é meu mesmo. A gente tem aquelas saídinhas de restaurante. Eu gosto muito de ir no Outback, tá? Então vamos falar, todo final de semana eu vou no Outback com a minha mulher e a gente gasta lá 100 reais a cada final de semana. Isso vira uma linha em alimentação, não uma lembrança.

Gasto anual vira mensal dividido: dentista de seis em seis meses por R$ 300 entra como R$ 50 por mês, e viagem de uma vez por ano entra como provisão todo mês.

Se você divide a casa com alguém, o orçamento é do casal e a linha soma os dois.

Os seis blocos de despesa e os itens que entram em cada um
Bloco de despesa O que entra nele
MoradiaAluguel, luz, gás, água, telefone, internet, serviço doméstico
AlimentaçãoSupermercado, restaurante, delivery
TransporteCombustível, prestação do carro, pedágio, IPVA
SaúdePlano de saúde, médico, dentista, academia
LazerProgramas culturais, viagens provisionadas mês a mês
Despesas avulsasRoupas, doações, pet, cartão de crédito, ajuda familiar, sindicato, imposto de renda, seguros, previdência, cursos

Como lançar o cartão de crédito?

A regra do cartão é uma só: lança a compra no mês em que a parcela cai na fatura, não no mês em que você passou o cartão.

Vamos dizer que você passou R$ 1.200 em doze vezes. Isso não é um gasto de R$ 1.200 neste mês: são doze linhas de R$ 100, uma em cada mês, cada uma na categoria do que foi comprado.

A fatura em si nunca vira linha de despesa, e esse é o erro que mais quebra planilha caseira. Se você lançar as parcelas e mais a fatura, o mesmo gasto conta duas vezes e o mês fecha errado. A fatura é só o pagamento das linhas que já estão lá.

O erro que quebra a planilha caseira

Se você lançar as parcelas e mais a fatura, o mesmo gasto conta duas vezes e o mês fecha errado.

A fatura é só o pagamento das linhas que já estão lá.

E o limite não é dinheiro teu: o que já está comprometido nas próximas faturas sai do orçamento antes de qualquer decisão nova.

Eu tenho um amigo que faz o oposto disso. Esse cara, ele vai para a Disney, tipo assim, nem sabe quanto vai gastar, chega lá, gasta, gasta, gasta e quando volta não sabe quanto gastou, só vai descobrir quanto gastou no final quando a fatura do cartão chega. E aí não dá mais para escolher: o estrago já está lançado.

Episódio em que eu falo dos indicadores de bom comportamento financeiro e do gasto que só aparece quando a fatura chega.

Quanto da renda vai pra cada coisa?

A ordem importa mais que o percentual: primeiro sai o que você separa, e o orçamento é o que sobra depois disso.

Então a grande sacada é você botar o poupar na frente. Depois, o que você tira das suas receitas vai ser os seus gastos.

A faixa é essa: de receita salários você separa 10 15 20 por cento daquilo que você ganha para você investir para o futuro. Em exemplo fechado: então se eu ganho 10 mil reais por mês, eu tenho que automaticamente quando o dinheiro entra na minha conta, pegar 2 mil reais e botar nos meus investimentos.

10% a 20%
a fatia da receita que sai antes de qualquer gasto. É faixa de quanto separar, jamais de quanto render.

Repara na inversão. A conta que quase todo mundo faz é receita menos gastos igual poupança. A que funciona é receita menos poupança igual gastos.

A mesma renda, com o separar no fim e com o separar na entrada
duas barras iguais da mesma renda: na de cima o gasto toma quase tudo e sobra só uma tira verde fina no fim; na de baixo eu separo antes de gastar, e a fatia verde sai logo na entrada Duas barras do mesmo comprimento saem da mesma linha vertical, onde o dinheiro entra. Na de cima os gastos ocupam quase tudo e a poupança é a tira fina que sobrou no fim: receita menos gastos igual poupança. Na de baixo a poupança sai primeiro, logo na entrada, e os gastos ficam com o resto: receita menos poupança igual gastos. O que muda é a ordem, não o comprimento. O dinheiro entra Gastos Poupança — o que sobrou Receita − gastos = poupança Poupança — sai primeiro Gastos 10% a 20% da receita Receita − poupança = gastos

As duas barras têm o mesmo comprimento: o que muda é a ordem em que cada bloco sai. A faixa de 10% a 20% é faixa de quanto separar, jamais de quanto render.

Quando a régua não fecha, e em cidade cara ela não fecha, o bloco que cede é o de lazer e o de alimentação fora de casa, nunca o percentual que já saiu.

Quanto sobra no meu mês?

Joga a tua renda líquida e os seis blocos de despesa nos campos aqui de cima e o simulador devolve três números na hora: quanto sobra no mês, qual percentual da renda cada bloco está comendo, e quanto sairia da conta se você separasse antes de gastar.

Simulador de orçamento do mês

A conta roda no teu navegador. Nenhum valor sai daqui, e nada é enviado para servidor nenhum.

O que sobra no mês
R$ 6.000,00

Renda líquida de R$ 6.000,00 menos R$ 0,00 de despesa lançada nos seis blocos. Os valores são teus; preenche os blocos para o resultado valer alguma coisa.

MoradiaR$ 0,00 · 0% da renda
AlimentaçãoR$ 0,00 · 0% da renda
TransporteR$ 0,00 · 0% da renda
SaúdeR$ 0,00 · 0% da renda
LazerR$ 0,00 · 0% da renda
Despesas avulsasR$ 0,00 · 0% da renda
O que sairia na entrada, a 15% da rendaR$ 900,00
Despesa dos seis blocos O que sobra

Os números que você digitar são hipótese tua, não previsão minha. Nada aqui é promessa de rentabilidade nem recomendação personalizada.

Nada do que você digitar sai do teu navegador. Não tem cadastro, não tem e-mail e não tem envio de dado para servidor nenhum.

Se você não quiser digitar, a tabela logo abaixo já traz a régua de 10% a 20% aplicada em sete degraus de renda.

A régua de 10% a 20% aplicada em sete degraus de renda líquida
Renda líquida no mês 10% separado na entrada 20% separado na entrada O que sobra pro orçamento a 15%
R$ 2.000R$ 200R$ 400R$ 1.700
R$ 3.000R$ 300R$ 600R$ 2.550
R$ 4.000R$ 400R$ 800R$ 3.400
R$ 6.000R$ 600R$ 1.200R$ 5.100
R$ 8.000R$ 800R$ 1.600R$ 6.800
R$ 10.000R$ 1.000R$ 2.000R$ 8.500
R$ 15.000R$ 1.500R$ 3.000R$ 12.750

Use ele antes de montar o arquivo. Se o resultado já assusta com números aproximados, você sabe onde olhar primeiro quando for lançar de verdade.

E use de novo toda vez que algo mudar: aumento, mudança de aluguel, filho, mês sem trabalho.

O simulador mostra o retrato de um mês. A planilha é o que te dá a série.

E se minha renda muda todo mês?

O número que entra na linha de receita é a média apurada dos últimos doze meses, nunca o faturamento do mês bom.

Quem fatura R$ 3 mil num mês e R$ 14 mil no outro não pode escrever um número na linha de receita e seguir em frente. O orçamento se monta em cima da média.

O mês bom não é lucro.

O que passa da média fica numa linha de reserva, e é essa linha que paga o mês fraco. Quem tem temporada morta conhecida provisiona por ela do mesmo jeito que se provisiona viagem.

Se você tem CNPJ, a conta da operação e a conta da casa são duas.

  • A conta da operaçãoA empresa recebe cliente e paga fornecedor.
  • A conta da casaA casa recebe só o pró-labore, que é um valor fixo abaixo da média e cai sempre no mesmo dia.

E tem o outro lado da conta, que é o que resolveu o mês vermelho no vídeo: entender sempre que a gente fica com um salário fechado. A gente não abre oportunidade de novos ganhos.

Planilha ou aplicativo de finanças?

Depende de qual dos dois é o teu problema.

01

Se é não enxergar o gasto

O aplicativo resolve com menos esforço.

02

Se é não frear o gasto

A planilha resolve melhor.

Eu não distribuo produto de terceiro e não recebo comissão de ninguém, e é por isso que eu posso dizer que para uma parte das pessoas o aplicativo é a escolha certa.

Contabilizar as despesas, essa é uma técnica que tem muito a ver com o teu hábito de gastar. Pega o caderninho, anota tudo que você gasta.

O atrito de digitar é o mecanismo: quando gastar dá trabalho de anotar, o gasto desnecessário cai por conta própria.

Eu não vou listar aqui o que cada aplicativo faz hoje, porque isso muda a cada atualização. Está na descrição do próprio app, e é lá que você confere, inclusive se ele se conecta às tuas contas via Open Finance, antes de escolher.

O que eu sei da planilha eu mostro inteiro nesta página: cartão parcelado lançado no mês certo e renda que oscila são os dois pontos em que ela ganha. E dá para usar os dois juntos.

Por que você larga a planilha?

Quase todo mundo larga no segundo mês, e o motivo não é preguiça: porque se você não tiver um objetivo claro e significante você vai abandonar esse plano você vai abandonar esse plano.

Sem objetivo escrito, com valor e data, a planilha vira tarefa sem dono.

E aí vem a narrativa que te convence a parar: eu já eu trabalhei demais, eu preciso viajar, eu já trabalhei demais, eu preciso trocar de carro, eu já trabalhei demais, eu preciso ter uma casa maior.

A rotina que sobrevive é curta: dez minutos por semana, num dia fixo.

  1. Abre a aba de lançamentos e joga o extrato da semana em macrocategoria, sem lançar padaria por padaria.
  2. Confere se as parcelas do cartão que caem neste mês já estão lançadas.
  3. Olha o resultado do mês na primeira linha da aba de fluxo de caixa. Só esse número.

O que não pode depender de força de vontade, automatiza: o percentual sai da conta sozinho no dia do salário.

E amarra recompensa no cumprimento: criar um sistema de recompensa emocional, ou seja, se eu conseguir ficar na dieta durante 50 refeições, aí eu saio para jantar.

Se um mês inteiro passar sem lançamento, começa do mês corrente e não tenta recuperar o atraso.

Episódio sobre organizar a rotina antes de investir, e sobre o objetivo que segura o plano de pé.

O que a planilha não resolve?

A planilha mostra o problema, ela não resolve o problema.

Você viu que no final das contas, eu não exagerei em nada ali em termos dos gastos. Mas o que realmente pesou não foi o que eu gasto, e sim aquilo que eu ganho. Essa foi a conclusão do orçamento que eu preenchi ao vivo e que fechou no vermelho, e ela é o oposto do que o exercício prometia.

Corte de gasto tem piso: chega uma hora em que só sobra o que você precisa para viver. Receita não tem teto.

Se o teu mês fecha negativo com um orçamento honesto, a resposta não está na planilha, está no que entra.

A gente quer viver com dignidade em abundância e prosperidade. Só que para isso a gente precisa ter intimidade com as nossas finanças. A planilha é essa intimidade. O que você faz com o que ela mostra é a outra metade.

Nada aqui é recomendação personalizada, e é só o começo.

FAQ: perguntas sobre planilha financeira

Qual é a melhor planilha financeira gratuita?

A melhor é a mais simples que você consiga manter: três abas, uma de categorias, uma de lançamentos e uma que soma sozinha.

Ela está inteira nesta página, em bloco copiável, e você cola no Google Sheets ou no Excel sem cadastro e sem baixar arquivo nenhum.

Planilha que você não abre no segundo mês não é melhor que caderno.

Como fazer uma planilha de controle financeiro do zero?

Cria três abas e nomeia elas de categorias, lançamentos e fluxo de caixa.

  • Na aba de categoriasuma linha por categoria.
  • Na aba de lançamentoscinco colunas: data, descrição, categoria, conta e valor, com entrada positiva e saída negativa.
  • Na aba de fluxo de caixatrês fórmulas: soma das receitas, soma por categoria de despesa com SOMASE, e o resultado do mês, que é a soma da coluna de valor inteira, porque a saída já entra negativa.
Como lançar compra parcelada no cartão de crédito na planilha?

Cada parcela é uma linha no mês em que ela cai, não no mês da compra.

Uma compra de R$ 1.200 em doze vezes vira doze linhas de R$ 100, cada uma na categoria do que foi comprado.

E a fatura não vira linha de despesa: se você lançar as parcelas e mais a fatura, o mesmo gasto conta duas vezes e o mês fecha errado.

Quanto do salário eu devo separar todo mês?

A faixa que eu uso é de 10% a 20% da receita, separada na entrada do dinheiro e não no fim do mês.

A ordem é o que importa: primeiro sai o que você separa, e o orçamento é o que sobra depois disso. Se você inverter e guardar o que sobra, na prática você não vai guardar nada.

É faixa de quanto separar, nunca de quanto render.

Planilha ou aplicativo de finanças: qual vale mais a pena?

Depende de qual é o teu problema. Se é falta de visibilidade, o aplicativo tende a resolver com menos esforço. Se é falta de freio, a planilha resolve melhor, porque o trabalho de anotar é justamente o que faz você pensar antes de gastar.

Eu não distribuo produto de terceiro e não recebo comissão de ninguém, e não vou descrever aqui o que cada um faz hoje, porque isso muda a cada atualização e está na descrição do próprio app.

E dá para usar os dois: o aplicativo como extrato, a planilha como decisão.

Como fazer orçamento se a minha renda muda todo mês?

O número que entra na linha de receita é a média apurada dos últimos doze meses, nunca o faturamento do mês bom.

O que passar da média fica numa linha de reserva que paga o mês fraco.

Se você tem CNPJ, separa duas contas: a da operação, que recebe cliente e paga fornecedor, e a da casa, que recebe só o pró-labore num valor fixo e numa data fixa.

Sou o Hulisses Dias, analista de valores mobiliários credenciado pela APIMEC e sujeito à regulação da CVM, e sou eu quem assina esta página.

Estou no mercado desde 1999, e o credenciamento como analista é de 2020: uma coisa é a experiência como investidor, a outra é o registro.

Não custodio dinheiro de cliente, não recebo corretagem e não distribuo produto de terceiros, o que significa que nada nesta página muda de acordo com o que você decidir fazer depois de lê-la. É essa posição que me deixa escrever aqui que um aplicativo de finanças pode ser a escolha melhor para você.

A atividade de analista é regida pela Resolução CVM nº 20, de 25/02/2021, e nada aqui é recomendação personalizada.

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Hulisses Dias

Analista independente · No mercado desde 1999 como investidor

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