Ela não é a tua carteira de investimentos. Não é conselho feito para o teu caso. E não é promessa de resultado.
É um relatório de análise, e daqui a pouco eu te mostro por que essa diferença muda tudo.
O que é uma carteira recomendada?
Nenhuma das três páginas que ocupam o topo dessa busca explica isso. A melhor colocada delas tem 40 palavras próprias de texto. O resto é vitrine.
Aqui eu não te dou uma lista de ações para comprar, e isso não é modéstia: analista credenciado assina relatório de análise, não recomendação feita para o teu caso.
O que eu te dou é o método para ler qualquer carteira recomendada que caia na tua mão. De onde vieram os filtros, quanto custa girar a lista, quem ganha quando você segue e o que exigir do histórico antes de acreditar nele.
Quem escolhe os ativos e com que critério?
Quem escolhe é a equipe de análise da casa que publica, e ela escolhe por filtro, não por opinião.
Um filtro de carteira recomendada funciona como um hotel no booking né você vai falar quais são as características que você quer da propriedade que você quer se hospedar e o resto você vai excluir. São quatro etapas, sempre nessa ordem:
- Corte contábil. Na entrada, a gente precisa de seis anos consecutivos de lucro operacional a gente precisa de um valor patrimonial pelo ativo positivo. Empresa que não passa nisso nem chega a ser avaliada.
- Corte de liquidez. A próxima decisão que a gente quer tomar aqui é só aceitar ativos que tenham pelo menos um milhão de reais de liquidez. Esse corte existe para você conseguir sair do papel sem derrubar o preço, e por isso ele vem antes de qualquer múltiplo.
- Variáveis de ordenação. Aqui a nossa carteira é muito simples Ela usa a média ROIC, usa o beta e usa o índice de sortino. É aqui que o que sobrou vira ranking.
- Número de posições e peso. O que sai é uma lista com número fechado de posições e peso por posição, quase sempre igual entre elas.
Olha só o que cada etapa faz: ela exclui. E é esse processo que nenhuma das três páginas do topo mostra.
A aula em que eu rodo a metodologia na planilha, filtro a filtro, até a lista final.
Carteira de dividendos ou de crescimento?
A diferença entre uma carteira de dividendos e uma de crescimento não está no nome do produto, está no filtro que produziu a lista. Uma ordena por provento pago, a outra por preço contra qualidade da operação.
E o filtro de dividendos tem uma armadilha que quase ninguém conta. O caso é concreto: uma empresa vende um imóvel e distribui o caixa. A partir do momento que ela pagou aquele prédio em dividendos, o dividendo daquele ano ficou gigante, mas não era um tipo de dividendo recorrente.
Por isso quem monta esse tipo de lista com cuidado usa a média de vários anos, e não o último ano isolado.
Do outro lado estão os outros dois. O filtro de valor cruza EV/EBIT com ROIC, depois do corte de liquidez de um milhão de reais. E o que entra nessa conta é isto: o enterprise value, o valor da firma, que são sinônimos, são referentes ao valor de mercado dessa empresa mais a dívida líquida que ela tem. O multifator entra por seis anos de lucro operacional e ordena por média de ROIC, beta e índice de Sortino.
| Família da carteira | O filtro que produz a lista | A armadilha desse filtro |
|---|---|---|
| Dividendos | Ordena por provento pago, e quem faz com cuidado usa a média de vários anos em vez do último ano isolado | Empresa que vende um imóvel e distribui o caixa deixa o dividendo daquele ano gigante, sem que ele seja recorrente |
| Valor e qualidade | Cruza preço contra qualidade da operação, EV/EBIT de um lado e ROIC do outro, depois de um corte de liquidez de um milhão de reais | Não deve ser 100% da tua carteira de investimentos: tem risco maior em umas posições e menor em outras |
| Quantitativa multifator | Seis anos consecutivos de lucro operacional e valor patrimonial positivo na entrada, depois média de ROIC, beta e índice de Sortino para ordenar | Quanto mais limitação você acrescenta à fórmula, menor tende a ser o retorno da tua carteira |
Os dois concorrentes legíveis exibem as famílias como prateleira, e nenhum dos dois diz qual critério separa uma da outra.
De quanto em quanto tempo muda?
A periodicidade é escolha de quem publica, não lei do mercado.
O mercado consagrou o ciclo mensal, mas o método original que eu adaptei para o Brasil corre em outro relógio: quem o criou faz renovações dessa carteira de 3 em 3 meses.
Isso mexe no teu bolso antes de mexer no teu resultado. Cada troca da lista é uma venda, e cada venda é um fato gerador. Carteira que se refaz uma vez por ano gira menos que carteira que se refaz todo mês, e quem publica sabe disso.
Do meu lado, montar uma edição inteira é rápido: ou seja, demorou 6 minutos para eu executar uma carteira aqui e você segurar ela durante um período. O trabalho está no método, não na frequência.
Quando você olhar uma carteira recomendada, procure a periodicidade declarada antes de olhar os papéis, tá?
O que cada troca custa está logo abaixo, em Quanto custa girar a carteira.
Dá pra seguir só algumas ações?
Não dá, e o motivo é matemático, não é purismo: é importante que você entenda que não dá para escolher uma ação ou outra dentro dessa loja que a gente segue de fazer a carteira.
O conjunto é que carrega o resultado
A lista é o resultado de um filtro aplicado ao conjunto inteiro, e é o conjunto que carrega o resultado. Tirar dela as três empresas de que você não gosta transforma o método em palpite com cara de método.
A mesma regra vale na saída
Quando um papel deixa a edição seguinte, quem segue a metodologia inteira vende porque a regra mandou, e não porque o preço subiu ou caiu.
A gente já fez muito teste aqui matemático. Quando mais limitações você coloca numa fórmula, menor tende a ser o teu retorno da tua carteira.
Se você não está disposto a seguir a regra nos dois sentidos, você não está seguindo a carteira, você está pegando ideia emprestada. O que é legítimo, mas aí a decisão passou a ser tua.
Quando a decisão passa a ser tua, a comparação entre os dois caminhos está em Seguir a lista ou montar a tua?
O episódio de podcast em que a regra de uso da carteira é discutida com o parceiro.
Quanto custa girar a carteira?
Girar a carteira custa em três linhas, e as três você levanta com os teus próprios números:
Uma troca de lista não é uma ordem, são várias, e cada uma tem a sua taxa.
Trocar a lista significa vender, e é cada venda com lucro que aciona o imposto.
O limite é mensal e vale para venda de ações: protege quem vende pouco e some quando o teu volume cresce.
Do outro lado do balcão, o giro não é acidente. Quem fatura com ele é a casa que recomenda: quando ela vai lá e monta um novo portfólio, ela tem que vender tudo e comprar a nova carteira, e cada ordem dessa troca é mais uma taxa entrando na conta dela.
A aritmética é o que muda a decisão. Lista que troca doze vezes por ano gera doze fatos geradores. Lista que troca uma vez gera um.
Eu não publico aqui a alíquota nem o teto de isenção, e o motivo é honesto: eles mudam por norma e nada nesta página os re-checa depois que ela sobe.
A tua taxa por ordem está na nota de corretagem da tua corretora, e a regra em vigor você confere na Receita Federal antes de declarar.
Quem ganha quando você segue a lista?
Quem ganha é, quase sempre, a mesma casa que escolheu os ativos. Ela seleciona e também recebe pela operação que você faz em cima da seleção.
Eu não tenho acordo nenhum com nenhuma instituição financeira, então para mim tanto faz se você vai abrir na Rico ou não. Eu digo isso primeiro porque é exatamente a pergunta que você deveria fazer a qualquer carteira recomendada que receber.
As três casas do topo dessa busca são corretoras, e nenhuma das duas legíveis escreve uma linha sobre isso no corpo do texto.
Some a isso a economia do relacionamento. Uma assessoria de investimento no Brasil segura a mensalidade de um cliente por 18 meses. Com esse relógio correndo, girar a carteira do cliente não é acidente, é modelo de negócio.
Não custodio dinheiro de cliente, não recebo corretagem e não distribuo produto de terceiros. É o que me deixa escrever esta seção.
O episódio de podcast que disseca a carteira de um cliente montada por assessores e o incentivo por trás do giro.
Análise é a mesma coisa que consultoria?
Não é a mesma coisa, e essa é a confusão que o teu gerente provavelmente alimenta.
Relatório de análise é o estudo publicado sobre ativos, assinado por analista de valores mobiliários credenciado e endereçado a todo mundo que lê. Consultoria é recomendação feita para o teu caso, olhando o teu patrimônio, o teu prazo e a tua tolerância a perda.
São atividades diferentes, com registros diferentes, e a de analista é regida pela Resolução CVM nº 20, de 25/02/2021.
É o que uma carteira recomendada é
Estudo publicado sobre ativos, endereçado a todo mundo que lê.
Assinado por analista de valores mobiliários credenciado, com declaração de independência obrigatória.
Regido pela Resolução CVM nº 20, de 25/02/2021.
É o que ela nunca é
Recomendação feita para uma pessoa, olhando o patrimônio, o prazo e a tolerância a perda dela.
Atividade com registro próprio, diferente do credenciamento de analista.
Não é o que uma carteira recomendada entrega, nem quando o texto te trata por você.
Uma carteira recomendada é sempre a primeira coisa, nunca a segunda, mesmo quando o material te trata por você.
Eu gosto de jogar dentro da lei, dentro das regras para proteger você e te deixar claro que você está com um profissional que se importa com isso. E isso aparece em coisa pequena e concreta: eu não posso fazer recomendações de ativos que eu estou negociando, tá bom?
Na prática, são três checagens que você faz sozinho:
Como eu julgo o histórico dela?
Histórico só significa alguma coisa quando o procedimento está à mostra, e é o procedimento que você cobra, não o número.
São cinco exigências:
Data de corte declarada
Sem ela, o começo da medição vira escolha depois do fato.
Benchmark nomeado antes da medição, e não depois
Índice escolhido no fim é índice escolhido para ganhar.
Proventos tratados de forma explícita
Quando eu auditei uma carteira antiga minha, todos os dividendos pagos foram recomprados em novas ações, ou seja, a apuração inteira sai ajustada por proventos. Sem isso declarado, você não sabe o que está comparando.
Apuração papel a papel, incluindo as posições que deram errado
Aqui eu não fujo: eu gosto de trazer essas parte ruim aí, que é o calcanhar de Aquiles de muitas pessoas de falar onde é que a parada é errado, mas eu acho que isso só traz mais segurança para quem está fazendo essa carteira, tá?
O período inteiro desde o início, sem recorte a dedo
Entre as três páginas do topo há mais de um ano de edições listadas e zero linha sobre o que aconteceu com qualquer uma delas.
Eu também não publico número de desempenho aqui. A regra do analista mantém esse tipo de afirmação fora da página, e o que eu te entrego é o critério para julgar a de qualquer casa.
O que cada casa mostra de graça?
Nas três casas do topo dessa busca você vê a capa e nada mais.
A XP mostra título, mês, foto e cargo do analista, e tranca o resto com o aviso de conteúdo exclusivo para clientes, declarando 1 minuto de leitura no próprio card.
Na Genial Analisa é a mesma capa, numa grade de catorze carteiras em que nenhum card é sequer um link.
O BTG Pactual não entrega conteúdo nenhum a quem chega sem JavaScript, porque o HTML servido é casca de aplicação com título de uma palavra.
Essa terceira casa ficou como não avaliável na leitura desta página, e eu prefiro te dizer isso a preencher a linha com suposição.
Existe um motivo econômico honesto por trás do cadeado: eu tenho aqui a base econômica que é uma base que eu pago mais de 50 mil reais por ano para ter acesso.
Carteira recomendada séria custa caro de produzir, e é razoável que a casa cobre por ela. Do meu lado eu resolvo isso abrindo prazo: Eu vou deixar esse conteúdo aqui disponível durante uma semana para todo mundo, tá bom?
O que não é razoável é ranquear pelo termo e não dizer ao leitor o que ele precisa fazer para ver o que foi prometido.
Isso é a tua carteira inteira?
Não é. Uma lista de ações recomendada é a fatia de renda variável de uma alocação maior, nunca a carteira toda.
Tem risco maior em umas posições, risco menor em outras, então a Magic Formula, ela não deve ser 100% da tua carteira de investimentos, e isso vale para qualquer metodologia de seleção de ações, não só para essa.
Reserva de emergência antes
A reserva de emergência vem antes de tudo isso.
Renda fixa em volta
A lista entra dentro de um outro mix de investimento. Você tem que ter um pouco de renda fixa nessa carteira.
O tamanho da fatia é decisão tua
Decida quanto do teu patrimônio pode ficar em renda variável antes de olhar qualquer lista. Ela responde ao o quê, nunca ao quanto.
Quem chega sem contexto lê a lista como instrução de destino do dinheiro todo, e é aí que o estrago acontece. Não porque a seleção era ruim, mas porque a dose era errada.
Crises virão mesmo assim
E eu não quero esconder de você que em algum momento teremos crises, mesmo com essa escolha.
O guia do cluster está em /blog/renda-variavel, e a montagem da carteira em volta da lista está em /blog/renda-variavel/carteira/como-montar.
Seguir a lista ou montar a tua?
Seguir a lista de alguém faz sentido enquanto você ainda não sabe ler os instrumentos. Essa é a resposta honesta, não uma saída diplomática.
Gosto sempre de falar para os meus alunos que eu quero alunos que vão saber pilotar um avião por instrumentos.
Ainda não sabe ler os instrumentos
Quem está começando e não tem tempo nem base para acompanhar demonstrativo ganha em seguir um método publicado por quem tem credencial, desde que siga a metodologia inteira, e não só os nomes.
Já sabe por que cada papel está lá
Já quem monta a própria seleção há anos, tem tese e sabe por que cada papel está lá, ganha pouco em terceirizar a decisão e paga caro em giro. Para esse leitor, a lista de terceiro vira conferência, não destino.
O que o método entrega não é retorno, é orientação: uma das melhores coisas de ter um método é que você quando está perdido no meio da tempestade tem um norte para olhar o que fazer e como se comportar.
E tem uma coisa que quase ninguém escreve: eu não tenho bola de cristal, mas eu tenho um método. Método claro não é garantia, e eu não estou te prometendo resultado nenhum.
O passo a passo de montar a tua está em /blog/renda-variavel/carteira/como-montar.
FAQ: perguntas frequentes sobre carteira recomendada
O que é uma carteira recomendada?
Carteira recomendada é a lista de ativos que a equipe de análise de uma corretora ou de um banco publica de tempos em tempos, dizendo o que comprar naquele momento e em que proporção.
Ela é conteúdo de análise, endereçado a todo mundo que lê, não um plano feito para o teu caso. E ela é sempre uma fatia da tua alocação, nunca a carteira inteira.
Carteira recomendada é a mesma coisa que consultoria de investimentos?
Não. Relatório de análise é o estudo publicado sobre ativos, assinado por analista credenciado e endereçado a qualquer leitor.
Consultoria é recomendação individualizada, feita olhando o teu patrimônio e o teu prazo, e é outra atividade, com registro próprio. Uma carteira recomendada é sempre a primeira coisa, mesmo quando o texto te trata por você.
Eu gosto de jogar dentro da lei, dentro das regras para proteger você.
Preciso ser cliente da corretora para ver a carteira recomendada?
Nas três casas que ocupam o topo da busca, na prática sim: a composição fica atrás de login ou de conta aberta, e o que aparece de graça é a capa com título, mês e nome do analista.
Existe motivo econômico para isso, porque a base de dados profissional que sustenta uma seleção séria é cara. Eu pago mais de 50 mil reais por ano pela minha.
O que dá para exigir é que a página diga com clareza o que você precisa fazer para ver o resto.
De quanto em quanto tempo a carteira recomendada muda?
Depende de quem publica. O mercado consagrou o ciclo mensal, mas o prazo é escolha da casa, não regra: no método original que eu adaptei para o Brasil, por exemplo, quem o criou renova a carteira de 3 em 3 meses.
Olhe a periodicidade declarada antes de olhar os papéis, porque cada troca é uma venda e cada venda tem custo. Carteira que se refaz uma vez por ano gira bem menos que carteira que se refaz todo mês.
Posso comprar só algumas ações da lista?
Dentro da lógica de quem monta a carteira por método, não dá: a lista é o resultado de um filtro aplicado ao conjunto, e é o conjunto que carrega o resultado. Escolher três nomes porque você gosta deles transforma o método em palpite.
A gente já fez muito teste aqui matemático. Quando mais limitações você coloca numa fórmula, menor tende a ser o teu retorno da tua carteira.
Se você vai selecionar dentro da seleção, assuma que a decisão passou a ser tua.
Como eu sei se a carteira recomendada teve bom desempenho?
Você cobra o procedimento antes do número: data de corte declarada, benchmark nomeado antes da medição, tratamento explícito dos proventos, apuração papel a papel incluindo o que deu errado, e o período inteiro desde o início.
Apuração que só mostra o melhor papel, ou que escolhe o recorte depois do fato, não é histórico, é vitrine.
Aqui eu não publico número de desempenho: a regra do analista mantém esse tipo de afirmação fora da página, e o que eu te entrego é o critério para julgar a de qualquer casa.
Vale a pena seguir uma carteira recomendada ou montar a minha?
Seguir a lista de alguém faz sentido enquanto você ainda não sabe ler os instrumentos, desde que você siga a metodologia inteira e não só os nomes.
Depois que você entende de onde vem cada critério, a lista de terceiro vira conferência, não destino. Nenhum dos dois caminhos é garantia de coisa nenhuma, e a diferença está em de quem passa a ser a decisão.
O que eu faço quando um papel sai da carteira na edição seguinte?
Se você segue o método, vende porque a regra mandou, e não porque o preço subiu ou caiu. A mesma disciplina que te impediu de escolher os nomes na entrada vale na saída.
Segurar o papel que saiu porque ele está no prejuízo é reintroduzir o palpite pela porta dos fundos, e é o mesmo movimento que degrada o resultado: quanto mais limitação você acrescenta à fórmula, menor tende a ser o retorno da tua carteira.
E antes de vender, olhe o custo do giro. Cada saída é um fato gerador, e a conta é a da seção sobre quanto custa girar a carteira.
Quem assina
Hulisses Dias · Analista independente · No mercado desde 1999 como investidor
Sou o Hulisses Dias, conhecido como o Tio Huli, analista de valores mobiliários credenciado pela APIMEC e sujeito à regulação da CVM.
Estou no mercado desde 1999 como investidor, e o credenciamento como analista veio depois: a solicitação registrada é de 18/02/2020, com PEC até 18/02/2030.
Eu não custodio dinheiro de cliente, não recebo corretagem e não distribuo produto de terceiros. O que significa que nada nesta página muda de acordo com o que você decidir fazer depois de lê-la.
Escrevi o livro Investir é Sobre Gente, publicado pela Interminds em 2025, e publico no YouTube e no Instagram, onde reúno 201 mil inscritos e 964 mil seguidores.
É essa posição que me deixa dizer, nesta página, quando não vale a pena seguir uma carteira recomendada.