Quanto rende R$ 20 milhões na poupança?
R$ 20 milhões na poupança rendem R$ 132.340 no aniversário de um mês.
A poupança paga 0,6617% ao mês para depósitos feitos entre 06/10/2026 e 06/11/2026, já com a TR somada: é a taxa da série 195 do Banco Central. E esse rendimento é isento de imposto de renda.
Agora vamos dizer que essa mesma taxa se mantenha pelos doze meses seguintes: a conta chega a cerca de R$ 1,65 milhão, ou 8,24% sobre o principal, com juros compostos a cada aniversário mensal.
A regra é curta e está na Lei 12.703/2012. Tem uma regrinha lá que fala o seguinte, se a taxa Selic estiver acima de 8,5% A poupança vai render 0,5%, mais a TR, que é a taxa de referência. É a TR desta janela que leva os 0,5% até os 0,6617% ao mês.
Isso é premissa, não é previsão: a TR é recalculada todo mês, e a janela seguinte tem a sua própria taxa, tá?
As premissas desta conta, abertas:
- Poupança a 0,6617% ao mês para depósitos de 06/10/2026 a 06/11/2026, na série 195 do Banco Central.
- Meta Selic de 13,75% ao ano em 07/10/2026, na série 432 do Banco Central.
- Rendimento isento de imposto de renda.
Logo abaixo, a calculadora refaz essa mesma conta com o teu valor e o teu prazo. Atualizado em out/2026.
Simulação. Não é projeção, promessa nem garantia de rentabilidade.
Quanto rende o teu valor na poupança?
A calculadora refaz a conta do topo para qualquer valor e qualquer prazo em meses. Você digita quanto tem e por quantos meses, e a gente aplica 0,6617% ao mês a cada aniversário mensal, com juros compostos.
Essa é a taxa da poupança para depósitos de 06/10/2026 a 06/11/2026, na série 195 do Banco Central.
Premissas: poupança a 0,6617% ao mês para depósitos de 06/10/2026 a 06/11/2026 (fonte: Banco Central, série SGS 195), mantida fixa em todos os meses do prazo, com capitalização no aniversário mensal; a perna de TR zero é o piso de 0,5% ao mês da Lei 12.703/2012. A direção inversa pelo ganho acima da inflação usa o IPCA de 4,22% acumulado em doze meses até agosto de 2026 (fonte: IBGE via Banco Central, série SGS 13522). Atualizado em outubro de 2026. Simulação. Não é projeção, promessa nem garantia de rentabilidade.
O resultado sai em duas colunas: a da taxa vigente e a de TR zero, que é o piso de 0,5% ao mês da regra da Lei 12.703/2012 enquanto a meta Selic está acima de 8,5% ao ano.
Nos R$ 20 milhões desta página a distância entre as duas colunas é de R$ 32.340 por mês: R$ 132.340 com a TR desta janela contra R$ 100.000 no piso.
O mesmo campo roda na direção inversa, que é a pergunta de quem quer viver do rendimento:
- Pelo rendimento nominal, R$ 20 milhões dão R$ 132.340 por mês.
- Pelo ganho que sobra acima da inflação, a retirada cai para cerca de R$ 66,9 mil por mês. Aí a conta desconta o IPCA de 4,22% acumulado em doze meses até agosto de 2026, medido pelo IBGE e publicado na série 13522 do Banco Central.
A conta roda no teu navegador, sem cadastro e sem envio de dado, e toda saída traz a data da taxa usada.
Se o JavaScript estiver desligado, a tabela abaixo já tem as contas prontas:
| Valor | Prazo | Com a taxa vigente (0,6617% ao mês) | Com TR zero (0,5% ao mês) |
|---|---|---|---|
| R$ 100 mil | 1 mês | R$ 661,70 | R$ 500,00 |
| R$ 100 mil | 12 meses | R$ 8.235,85 | R$ 6.167,78 |
| R$ 1 milhão | 1 mês | R$ 6.617,00 | R$ 5.000,00 |
| R$ 1 milhão | 12 meses | R$ 82.358,49 | R$ 61.677,81 |
| R$ 20 milhões | 1 mês | R$ 132.340,00 | R$ 100.000,00 |
| R$ 20 milhões | 12 meses | R$ 1.647.169,75 | R$ 1.233.556,24 |
| R$ 100 milhões | 1 mês | R$ 661.700,00 | R$ 500.000,00 |
| R$ 100 milhões | 12 meses | R$ 8.235.848,77 | R$ 6.167.781,19 |
Taxa da poupança de 0,6617% ao mês para depósitos de 06/10/2026 a 06/11/2026, na série 195 do Banco Central, mantida por doze meses como premissa. A coluna de TR zero fica no piso de 0,5% ao mês da Lei 12.703/2012. A conta de doze meses é valor × (1 + taxa)¹², menos o valor de partida, com capitalização no aniversário mensal.
Simulação. Não é projeção, promessa nem garantia de rentabilidade.
De onde vem esse número?
Os R$ 132.340 que R$ 20 milhões rendem em um mês na poupança saem de três entradas, e as três estão abertas nesta página.
Mas vamos calcular aqui, numa conta de padeiro, quanto seria o rendimento da taxa poupança? É isso que a lista abaixo faz, entrada por entrada, com o que entra na conta e o que fica fora dela:
A meta Selic, de 13,75% ao ano em 07/10/2026, na série 432 do Banco Central. Está acima do gatilho de 8,5%, e nessa faixa vale a regra de 0,5% ao mês mais TR da Lei 12.703/2012.
A TR, a taxa referencial que o Banco Central recalcula todo mês. É ela que leva o piso de 0,5% até a taxa da janela. Esta página não publica valor isolado de TR porque não tem fonte datada para ele. Quem quiser o número isolado lê a série pública do Banco Central.
A taxa resultante, de 0,6617% ao mês para depósitos de 06/10/2026 a 06/11/2026, na série 195 do Banco Central. Sobre R$ 20 milhões isso dá R$ 132.340 no primeiro aniversário mensal.
O que fica de fora da conta: custo de instituição, imposto de renda (a poupança é isenta), IOF de resgate antes de 30 dias, pelo Decreto 6.306/2007, e qualquer movimentação no meio do ciclo.
Entre a taxa da janela e o piso de 0,5% da regra há R$ 32.340 por mês de diferença sobre R$ 20 milhões. É só a TR que separa os dois números, tá?
Simulação. Não é projeção, promessa nem garantia de rentabilidade.
Como a poupança calcula o rendimento?
A poupança calcula o rendimento por uma regra única, fixada na Lei 12.703/2012, e é por isso que ela rende igual em qualquer banco.
A regra tem duas faixas. Com a meta Selic acima de 8,5% ao ano, a caderneta rende 0,5% ao mês mais TR; com a meta em 8,5% ao ano ou menos, rende 70% da Selic mais TR.
A TR é a taxa referencial que o Banco Central divulga e recalcula todo mês. É ela que leva os 0,5% até os 0,6617% da janela de 06/10/2026 a 06/11/2026, na série 195 do Banco Central.
E a pergunta que mais chega é esta: qual o melhor banco para eu ter a poupança que rende mais? E a resposta já está aqui, todas as poupanças elas rendem igual. Como a regra é de lei, ela vale para toda instituição.
| Faixa do gatilho da Selic | Como a poupança remunera |
|---|---|
| Meta Selic acima de 8,5% ao ano, que é a faixa vigente: a meta está em 13,75% ao ano em 07/10/2026, na série 432 do Banco Central | 0,5% ao mês mais a TR, pela Lei 12.703/2012. É esta faixa que produz os 0,6617% ao mês da janela de 06/10/2026 a 06/11/2026, na série 195 do Banco Central |
| Meta Selic em 8,5% ao ano ou menos | 70% da Selic ao ano mais a TR, pela Lei 12.703/2012. Esta página não publica cifra para esta faixa: ela dependeria de uma Selic e de uma TR que não existem como dado datado |
Fonte das duas linhas: Banco Central, série SGS 432 (meta Selic em 07/10/2026) e série SGS 195 (remuneração da poupança, janela de 06/10/2026 a 06/11/2026); a regra das duas faixas está na Lei 12.703/2012.
Então não tem um banco que vai render mais poupança do que o outro. O que muda de um para outro não é a taxa: é o risco do emissor e o teto da garantia, que é o assunto da seção do FGC.
A poupança rende todo dia?
Não. A poupança credita rendimento uma vez por mês, no aniversário do depósito, e sobre o menor saldo do período.
E uma coisa importante que as pessoas tem que lembrar também, a poupança ela rende no aniversário, tá? Então eu tenho que esperar fazer o aniversário de mês. Sobre R$ 20 milhões isso quer dizer que os R$ 132.340 do primeiro ciclo só existem no dia do aniversário. Resgatar um dia antes leva zero daquele ciclo, qualquer que seja o valor.
Na prática fica assim: se eu ficar 20 dias com o dinheiro na poupança não vai render nada porque tem que fazer um mês inteiro. A regra não olha o tamanho do saldo — 20 dias de R$ 20 milhões parados rendem o mesmo que 20 dias de R$ 100 parados, que é zero. A taxa de 0,6617% ao mês vale para os depósitos de 06/10/2026 a 06/11/2026, na série 195 do Banco Central, mas só é creditada no fechamento do ciclo.
É também por isso que os números da primeira página de busca não batem entre si. Quem divide um rendimento anual por doze chega a um valor mensal que a poupança não paga assim.
A taxa vale para a janela de 06/10/2026 a 06/11/2026, e a janela seguinte tem a sua própria.
E se a Selic cair?
Se a meta Selic cair a 8,5% ao ano ou menos, a regra da poupança muda de faixa. Se a taxa Selic estiver abaixo de 8,5% ao ano, a poupança vai render 70% da taxa Selic mais a taxa TR. Com a meta em 13,75% ao ano em 07/10/2026, na série 432 do Banco Central, vale hoje a outra faixa: a de 0,5% ao mês mais TR.
A virada importa para quem vai conviver com o valor por anos, e não por um mês. Por quê? Porque na faixa de cima existe um piso, e sobre R$ 20 milhões esse piso de 0,5% ao mês é R$ 100.000 por aniversário.
Na faixa de baixo não existe piso: a taxa da poupança passa a seguir a Selic, e cada queda da taxa básica leva o rendimento mensal com ela. E quem empurra a taxa básica para baixo é a inflação. E quando a inflação está controlada e o governo quer incentivar crescimento, crescimento do PIB, o aumento do consumo, o que ele faz? Ele diminui a taxa Selic. É nesse movimento que o gatilho de 8,5% deixa de ser detalhe de rodapé para quem pensa em prazo longo.
Acima dele a poupança rende 0,5% ao mês mais a TR; nele ou abaixo, 70% da Selic ao ano mais a TR, pela Lei 12.703/2012. A meta Selic está em 13,75% ao ano em 07/10/2026, na série SGS 432 do Banco Central.
Esta página não publica cifra para a faixa de baixo, porque isso exigiria uma Selic e uma TR hipotéticas. A próxima reunião do Copom é em 04/11/2026, lida em 07/10/2026 na linha de Selic do Banco Central, série 432 — é ela que pode mexer de faixa. A validade da conta ancora na janela de depósito de 06/10/2026 a 06/11/2026, na série 195 do Banco Central, e o calendário completo das reuniões está na página do próprio Banco Central.
Simulação. Não é projeção, promessa nem garantia de rentabilidade.
Poupança, Tesouro Selic, CDB ou LCI?
A comparação entre a poupança e a renda fixa alternativa só faz sentido no líquido, e a razão é o imposto. Para quem ainda é leigo nesse assunto, a poupança, ela não tem imposto de renda e o Tesouro Selic, ele tem uma tributação regressiva. É por isso que a tabela abaixo fecha na coluna do líquido.
Sobre R$ 20 milhões em doze meses, a conta fica assim:
| Aplicação | Taxa usada + data | IR em doze meses | Custo | Rendimento líquido sobre R$ 20 milhões |
|---|---|---|---|---|
| Poupança | 0,6617% ao mês, depósitos de 06/10/2026 a 06/11/2026, série 195 do Banco Central | Isenta | Nenhum | cerca de R$ 1,65 milhão |
| Título pós-fixado a 100% do CDI | 13,65% ao ano em 06/10/2026, série 4389 do Banco Central | 17,5% sobre o rendimento, faixa de 361 a 720 dias da Lei 11.033/2004 | Nenhum declarado nesta conta | cerca de R$ 2,25 milhões |
| Tesouro Selic | Selic efetiva de 13,65% ao ano em 06/10/2026, série 1178 do Banco Central | 17,5% sobre o rendimento, faixa de 361 a 720 dias da Lei 11.033/2004 | 0,20% ao ano de custódia na B3, isenta só até R$ 10 mil de estoque | cerca de R$ 2,21 milhões |
E o prazo mexe na alíquota, pela tabela regressiva da Lei 11.033/2004. Nos 180 primeiros dias, você paga 22,5%. Acima de 720 dias ela cai para 15%, então a ordem da tabela muda com o horizonte da aplicação.
Premissas da tabela: R$ 20 milhões e doze meses corridos, ou 365 dias, que é o que põe a conta na faixa de 361 a 720 dias da tabela regressiva. As taxas acima ficam mantidas por todo o período e são lidas na convenção de 252 dias úteis. Fora da conta: o IOF de resgate antes de 30 dias do Decreto 6.306/2007, custo de instituição e movimentação no meio do ciclo.
Esta página não publica taxa de CDB nem de LCI/LCA. O percentual do CDI da oferta que chegou até você está na ficha do produto, no app do emissor ou na tela de renda fixa da corretora.
Nenhuma linha desta comparação é indicação de produto.
Simulação. Não é projeção, promessa nem garantia de rentabilidade.
Quanto sobra depois da inflação?
Dos cerca de R$ 1,65 milhão que R$ 20 milhões rendem em doze meses na poupança, R$ 844 mil apenas repõem a inflação. Sobram cerca de R$ 803 mil de poder de compra, em reais do fim do período.
A subtração, linha por linha:
- Rendimento nominal de doze meses: cerca de R$ 1,65 milhão, à taxa de 0,6617% ao mês da janela de 06/10/2026 a 06/11/2026, na série 195 do Banco Central.
- Parcela que repõe o IPCA: R$ 844 mil, pelo IPCA de 4,22% acumulado em doze meses até agosto de 2026, medido pelo IBGE e publicado na série 13522 do Banco Central.
- Ganho acima da inflação: cerca de R$ 803 mil, o que dá cerca de R$ 66,9 mil por mês, contra os R$ 132.340 nominais do primeiro ciclo.
Toda taxa de renda fixa é nominal, inclusive a da poupança, e daí vem a segunda conta. Medida a inflação do período, você vai subtrair isso do valor total e você vai ter o teu rendimento real, que é exatamente aquilo que você gerou de riqueza, que você ganhou de riqueza, tá bom? É essa subtração que separa saldo crescendo de poder de compra crescendo.
As duas premissas estão na mesa: a taxa da poupança é a da janela corrente mantida por doze meses, e o IPCA é o acumulado que já passou, não uma previsão.
Simulação. Não é projeção, promessa nem garantia de rentabilidade.
R$ 20 milhões cabem no FGC?
Não cabem, mas eu tenho uma coisa chamada fundo garantidor de crédito, que é um seguro dos bancos, que é privado, não é algo governamental, que segura até 250 mil reais por CPF.
Sobre R$ 20 milhões numa instituição só, essa garantia cobre 1,25% do montante e deixa R$ 19,75 milhões fora da cobertura.
São duas regras, e as duas valem ao mesmo tempo:
- Teto por CPF e por conglomerado financeiro: R$ 250 mil.
- Teto por quadriênio: R$ 1 milhão a cada quatro anos, somando todas as instituições.
E é o teto por quadriênio que faz o fatiamento não resolver nesta escala. Dividir R$ 20 milhões em fatias de R$ 250 mil exigiria 80 conglomerados financeiros, e o pagamento no período de quatro anos continuaria limitado a R$ 1 milhão.
Dinheiro no banco corre o risco do banco. Título público não depende do FGC, porque o risco é do Tesouro Nacional.
Explicação geral da regra, não orientação individual de alocação.
Como saber quando a taxa mudar?
A taxa desta página tem validade de um mês: os 0,6617% valem para depósitos de 06/10/2026 a 06/11/2026, na série 195 do Banco Central, e a janela seguinte tem a sua própria taxa.
Quem decide em qual faixa da regra a poupança remunera é a meta Selic. Ela é determinada de 45 em 45 dias pelo COPOM, que é o Comitê de Política Monetária. Hoje está em 13,75% ao ano, nesse patamar desde 17/09/2026, lida em 07/10/2026 na série 432 do Banco Central. A próxima reunião do Copom é em 04/11/2026, lida na mesma data e na mesma série 432 do Banco Central, e o calendário completo das reuniões está na página do próprio Banco Central.
Se você quiser que eu te avise quando a Selic, a TR ou a regra da poupança mudar, entra no grupo gratuito de novidades e dicas no WhatsApp. É curto, é de graça e nada ali é oferta de produto financeiro. E nada nesta página muda de acordo com o que você decidir fazer depois de lê-la.
E logo abaixo estão as mesmas contas feitas para outros valores:
FAQ: Perguntas frequentes sobre a poupança
Quanto rende R$ 20 milhões na poupança por mês?
R$ 132.340 no aniversário de um mês, com a poupança a 0,6617% ao mês para depósitos de 06/10/2026 a 06/11/2026, na série 195 do Banco Central.
Esse rendimento é isento de imposto de renda. A taxa é recalculada a cada janela mensal, então a janela seguinte pode ter outra. Simulação, não é promessa de rentabilidade.
R$ 20 milhões na poupança dão R$ 500 mil por mês?
Não. À taxa de 0,6617% ao mês da janela de 06/10/2026 a 06/11/2026, na série 195 do Banco Central, R$ 20 milhões rendem R$ 132.340 no aniversário de um mês.
Para o rendimento mensal chegar perto de R$ 500 mil nessa mesma taxa seria preciso ter cerca de R$ 75,6 milhões aplicados. Qualquer número de rendimento sem a taxa e a data ao lado não dá para conferir.
A poupança rende todo dia?
Não. O crédito acontece uma vez por mês, no aniversário do depósito, e sobre o menor saldo do período.
Quem resgata um dia antes do aniversário leva zero daquele ciclo, qualquer que seja o valor. É por isso que dividir um rendimento anual por doze dá um valor mensal que a poupança não paga assim.
A poupança rende igual em todo banco?
Sim. A regra está na Lei 12.703/2012 e vale para toda instituição: 0,5% ao mês mais TR com a meta Selic acima de 8,5% ao ano, 70% da Selic mais TR com a meta em 8,5% ou menos.
O que muda de um banco para outro não é a taxa. É o risco do emissor e o teto da garantia do FGC, de R$ 250 mil por CPF e por conglomerado.
R$ 20 milhões num banco só estão protegidos pelo FGC?
Só R$ 250 mil. A garantia cobre até R$ 250 mil por CPF e por conglomerado financeiro, com teto de R$ 1 milhão a cada quatro anos, o que deixa R$ 19,75 milhões fora da cobertura num emissor só: a garantia cobre 1,25% do valor.
Fatiar em R$ 250 mil exigiria 80 conglomerados, e o teto por quadriênio continuaria limitando o pagamento. Título público não depende do FGC. Explicação geral da regra, não orientação individual.
Quanto R$ 20 milhões na poupança sustentam de retirada por mês?
R$ 132.340 por mês, se o rendimento nominal inteiro for retirado, à taxa de 0,6617% ao mês da janela de 06/10/2026 a 06/11/2026, na série 195 do Banco Central.
Descontado o IPCA de 4,22% acumulado em doze meses até agosto de 2026, medido pelo IBGE e publicado na série 13522 do Banco Central, a retirada que mantém o poder de compra do principal cai para cerca de R$ 66,9 mil por mês.
As duas contas são simulação com as taxas mantidas como premissa. Não é projeção, promessa nem garantia de rentabilidade.
Hulisses Dias
No mercado desde 1999 como investidor, analista de valores mobiliários credenciado pela APIMEC desde 2020 e sujeito à regulação da CVM. Não custodia dinheiro de cliente, não recebe corretagem e não distribui produto de terceiros, o que significa que nada nesta página muda de acordo com o que você decidir fazer depois de lê-la.
Invisto desde 1999, e a credencial de analista veio em 2020. Em 2025 escrevi o livro Investir é Sobre Gente, pela Interminds, ISBN 9786583317377.
Não custodio dinheiro de cliente, não recebo corretagem e não distribuo produto de terceiros. É isso que me deixa abrir esta conta inteira, com a taxa, a janela e a fonte na mesa. Nada nesta página muda de acordo com o que você decidir fazer depois de lê-la.
Declaração de independência, pelo art. 21, I da Resolução CVM nº 20/2021: o que está aqui é explicação geral de regra e de cálculo, não recomendação individual.